De vez enquanto, saio do meio rural que é a minha terra e vou até á civilização.
Como normalmente levo a família, a esposa faz questão de fazer uma visita aos grandes centros comerciais que na capital existem (diga-se de verdade que também gosto e então nos dias de sol está-se mesmo bem no Vasco da Gama).
Damos uma voltinha pelas lojas mais conhecidas normalmente a esposa pela Zara e eu pela Fnac e vamos comer qualquer coisinha, porque nestes espaços a variedade não é muita !!!!
É então que acontece…a vontade de cagar.
Ainda penso se consigo aguentar até casa, mas ainda demora algum tempo até lá e a vontade aperta cada vez mais.
Depois dos conselhos da esposa a respeito das doenças que se apanham nessas instalações:
-forra bem a tampa com papel;
-não te sentes (como se eu conseguisse essa proeza de fazer a real cagada sem me sentar).
Lá vou á procura do dito WC, ando algum tempo á procura do mais próximo, encontro-o e….Encontra-se em manutenção com a maldita da tabuleta a dizer para me dirigir para o mais próximo, o que faço porque senão borro-me nas calças.
Depois de correr vários metros a procura do mais próximo entro no WC, segue-se a escolha do compartimento em questão…uns não tem papel, outros estão borrados e lá encontramos um com condições para a descarga.
Á então a preocupação dos peidinhos, o cuidado em fazer pouca força que o “vizinho” do lado pode ouvir e é embaraçoso.
Faço o servicinho á pressa, lavo as mão e bazo, mais aliviado mas com a intenção de acabar o serviço quando chegar á minha residência.
Porque será , que sendo aquele espaço dedicado a tal serviço nos cause tanto constrangimento ? E porque será que os WC das mulheres aparentam sempre ser mais asseados que o dos homens ?
Caramba pá!!! Lembro-me de escrever cada coisa.